2 de set. de 2013

ORGANIZAÇÕES GLOBO RECONHECE, APOIAR A DITADURA MILITAR FOI UM ERRO.



O jornal O Globo publicou neste sábado em seu site um texto no qual admite que errou ao apoiar o Golpe de 1964, que deu início à ditadura militar no País. Pressionado pelos protestos de junho, o jornal decidiu divulgar o documento, que tornou públicas discussões internas das Organizações Globo sobre o episódio. “Não há por que não reconhecer, hoje, explicitamente, que o apoio (ao golpe) foi um erro, assim como equivocadas foram outras decisões editoriais do período que decorreram desse desacerto original”, diz o texto, que reúne a história de O Globo.


Segue abaixo, o texto publicado pelo jornal 'O GLOBO'.

"31 DE MARÇO DE 1964

Apoio ao golpe de 64 foi um erro


Diante de qualquer reportagem ou editorial que lhes desagrade, é frequente que aqueles que se sintam contrariados lembrem que O GLOBO apoiou editorialmente o golpe militar de 1964.


A lembrança é sempre um incômodo para o jornal, mas não há como refutá-la. É História. O GLOBO, de fato, à época, concordou com a intervenção dos militares, ao lado de outros grandes jornais, como "O Estado de S.Paulo", "Folha de S. Paulo", "Jornal do Brasil" e o "Correio da Manhã", para citar apenas alguns. Fez o mesmo parcela importante da população, um apoio expresso em manifestações e passeatas organizadas em Rio, São Paulo e outras capitais.


Naqueles instantes, justificavam a intervenção dos militares pelo temor de um outro golpe, a ser desfechado pelo presidente João Goulart, com amplo apoio de sindicatos - Jango era criticado por tentar instalar uma "república sindical" - e de alguns segmentos das Forças Armadas.


Na noite de 31 de março de 1964, por sinal, O GLOBO foi invadido por fuzileiros navais comandados pelo almirante Cândido Aragão, do "dispositivo militar" de Jango, como se dizia na época. O jornal não pôde circular no dia 1º. Sairia no dia seguinte, 2 de abril, quinta-feira, com o editorial impedido de ser impresso pelo almirante, "A decisão da Pátria". Na primeira página, um novo editorial: " Ressurge a Democracia". (fac-símiles da primeira página e da página 3, da edição de 2 de abril de 1964, na galeria de páginas).


A divisão ideológica do mundo na Guerra Fria, entre Leste e Oeste, comunistas e capitalistas, se reproduzia, em maior ou menor medida, em cada país. No Brasil, ela era aguçada e aprofundada pela radicalização de João Goulart, iniciada tão logo conseguiu, em janeiro de 1963, por meio de plebiscito, revogar o parlamentarismo, a saída negociada para que ele, vice, pudesse assumir na renúncia do presidente Jânio Quadros. Obteve, então, os poderes plenos do presidencialismo. Transferir parcela substancial do poder do Executivo ao Congresso havia sido condição exigida pelos militares para a posse de Jango, um dos herdeiros do trabalhismo varguista. Naquele tempo, votava-se no vice-presidente separadamente. Daí o resultado de uma combinação ideológica contraditória e fonte permanente de tensões: o presidente da UDN e o vice do PTB. A renúncia de Jânio acendeu o rastilho da crise institucional.


A situação política da época se radicalizou, principalmente quando Jango e os militares mais próximos a ele ameaçavam atropelar Congresso e Justiça para fazer reformas de "base" "na lei ou na marra". Os quartéis ficaram intoxicados com a luta política, à esquerda e à direita. Veio, então, o movimento dos sargentos, liderado por marinheiros - Cabo Ancelmo à frente -, a hierarquia militar começou a ser quebrada e o oficialato reagiu.


Naquele contexto, o golpe, chamado de "Revolução", termo adotado pelo GLOBO durante muito tempo, era visto pelo jornal como a única alternativa para manter no Brasil uma democracia. Os militares prometiam uma intervenção passageira, cirúrgica. Na justificativa das Forças Armadas para a sua intervenção, ultrapassado o perigo de um golpe à esquerda, o poder voltaria aos civis. Tanto que, como prometido, foram mantidas, num primeiro momento, as eleições presidenciais de 1966.


O desenrolar da "revolução" é conhecido. Não houve as eleições. Os militares ficaram no poder 21 anos, até saírem em 1985, com a posse de José Sarney, vice do presidente Tancredo Neves, eleito ainda pelo voto indireto, falecido antes de receber a faixa.


No ano em que o movimento dos militares completou duas décadas, em 1984, Roberto Marinho publicou editorial assinado na primeira página. Trata-se de um documento revelador. Nele, ressaltava a atitude de Geisel, em 13 de outubro de 1978, que extinguiu todos os atos institucionais, o principal deles o AI-5, restabeleceu o habeas corpus e a independência da magistratura e revogou o Decreto-Lei 477, base das intervenções do regime no meio universitário. Destacava também os avanços econômicos obtidos naqueles vinte anos, mas, ao justificar sua adesão aos militares em 1964, deixava clara a sua crença de que a intervenção fora imprescindível para a manutenção da democracia e, depois, para conter a irrupção da guerrilha urbana. E, ainda, revelava que a relação de apoio editorial ao regime, embora duradoura, não fora todo o tempo tranquila. Nas palavras dele: "Temos permanecido fiéis aos seus objetivos [da revolução], embora conflitando em várias oportunidades com aqueles que pretenderam assumir a autoria do processo revolucionário, esquecendo-se de que os acontecimentos se iniciaram, como reconheceu o marechal Costa e Silva, 'por exigência inelutável do povo brasileiro'. Sem povo, não haveria revolução, mas apenas um 'pronunciamento' ou 'golpe', com o qual não estaríamos solidários" (fac-símile da primeira página de 7 de outubro de 1984, na galeria de páginas).


Não eram palavras vazias. Em todas as encruzilhadas institucionais por que passou o país no período em que esteve à frente do jornal, Roberto Marinho sempre esteve ao lado da legalidade. Cobrou de Getúlio uma constituinte que institucionalizasse a Revolução de 30, foi contra o Estado Novo, apoiou com vigor a Constituição de 1946 e defendeu a posse de Juscelino Kubistchek em 1955, quando esta fora questionada por setores civis e militares.


Durante a ditadura de 1964, sempre se posicionou com firmeza contra a perseguição a jornalistas de esquerda: como é notório, fez questão de abrigar muitos deles na redação do GLOBO. São muitos e conhecidos os depoimentos que dão conta de que ele fazia questão de acompanhar funcionários de O GLOBO chamados a depor: acompanhava-os pessoalmente para evitar que desaparecessem. Instado algumas vezes a dar a lista dos "comunistas" que trabalhavam no jornal, sempre se negou, de maneira desafiadora. Ficou famosa a sua frase ao general Juracy Magalhães, ministro da Justiça do presidente Castello Branco: "Cuide de seus comunistas, que eu cuido dos meus". Nos vinte anos durante os quais a ditadura perdurou, O GLOBO, nos períodos agudos de crise, mesmo sem retirar o apoio aos militares, sempre cobrou deles o restabelecimento, no menor prazo possível, da normalidade democrática.


Contextos históricos são necessários na análise do posicionamento de pessoas e instituições, mais ainda em rupturas institucionais. A História não é apenas uma descrição de fatos, que se sucedem uns aos outros. Ela é o mais poderoso instrumento de que o homem dispõe para seguir com segurança rumo ao futuro: aprende-se com os erros cometidos e se enriquece ao reconhecê-los.


Os homens e as instituições que viveram 1964 são, há muito, História, e devem ser entendidos nessa perspectiva. O GLOBO não tem dúvidas de que o apoio a 1964 pareceu aos que dirigiam o jornal e viveram aquele momento a atitude certa, visando ao bem do país. À luz da História, contudo, não há por que não reconhecer, hoje, explicitamente, que o apoio foi um erro, assim como equivocadas foram outras decisões editoriais do período que decorreram desse desacerto original. A democracia é um valor absoluto. E, quando em risco, ela só pode ser salva por si mesma."

1 de set. de 2013

MENSAGEM SUBLIMINAR CHOCANTE NA MÚSICA 'UN HOMBRE SOLO' DE 'JÚLIO IGLESIAS'

'MENSAGENS SUBLIMINARES', MÚSICA
'UN HOMBRE SOLO' DE 'JÚLIO IGLESIAS'
TEM MENSAGEM SUBLIMINAR CHOCANTE.

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26 de jun. de 2013

Mais um deslizamento de terra no Rio Senhorinha



O Incidente ocorreu em obra particular nesta quarta-feira (26), na zona sul.
Nível de córrego Senhorinha subiu, mas ponte não precisou ser interditada.

A queda do muro de um empreendimento imobiliário que está sendo erguido ao lado da ponte provisória ao acesso da Avenida Guadalupe, na zona sul de São José dos Campos, assustou os moradores. Segundo a assessoria da Viga Construtora, responsável pela obra, um deslizamento de terra ocorreu durante o serviço de escavação do terreno e obstruiu uma das passagens do córrego Senhorinha.
Junto com a terra, uma máquina que fazia o trabalho no local, também desabou, mas ninguém ficou ferido.

Como o córrego tem duas passagens, o nível de uma delas começou a subir e ameaçava chegar até a ponte, que até o momento não precisou ser interditada.

Equipes da Secretaria de Obras da prefeitura retiraram a terra e a água do córrego passou a fluir normalmente nas duas passagens. Engenheiros da empresa e técnicos da Defesa Civil avaliam os danos e as possíveis causas, além de continuar monitorando a área. Ações sobre a contenção no trecho atingido devem ser tomadas nesta quinta-feira (27), de acordo com a prefeitura.

Problemas no local
O acesso alternativo à Avenida Guadalupe foi liberado pela Secretaria de Transportes da prefeitura no dia 23 de maio. A ponte da avenida desabou no dia 20 de abril durante obras de recuperação dos estragos que as fortes chuvas haviam causado na cabeceira da ponte um mês antes. O problema gerou desabastecimento de água aos moradores da região que chegaram a ficar quatro dias com o fornecimento comprometido.



















































































25 de jun. de 2013

São José dos Campos tem mais um dia com protestos


A Manifestação se concentrou na Praça Afonso Pena, na região central.
Comércio fechou as portas e grupo pode seguir novamente para a Via Dutra.

São José dos Campos vai ter mais um dia de protesto nesta terça-feira (25). Por volta das 16h, cerca de 500 manifestantes se concentravam na Praça Afonso Pena, região central da cidade, próximo à Igreja São Benedito. Com chuva, a caminhada começou uma hora depois do grupo se reunir e seguiu para a Avenida São José, depois as ruas Paraibuna, Major Antônio Domingues, Euclides Miragaia e Avenida Adhemar de Barros.

O grupo reivindica a revogação da tarifa do transporte coletivo, o que levaria o valor da passagem de volta aos R$ 2,80. Após reajustar o preço em R$ 3,30, a prefeitura voltou atrás duas vezes e levou o valor para R$ 3. O cabeleireiro Lucas Roberto, de 23 anos, participa de sua primeira manifestação e quer a revogação da tarifa. "Na minha opinião, o preço justo do transporte agora é R$ 2,80", disse ele que leva até o protesto um cartaz pedindo que o Brasil 'reinicie o sistema', comparando o país a um programa de computador que está com erro na execução.

Lojas da Rua XV de Novembro fecharam mais cedo. Há a expectativa que o grupo siga para a rodovia Presidente Dutra novamente. Na última quinta-feira (20), o protesto percorreu as principais ruas da cidade e fechou a rodovia, que registrou um congestionamento de 28 quilômetros somando as cinco cidades com bloqueios - Jacareí, São José dos Campos, Taubaté, Pindamonhangaba e Cachoeira Paulista.

Nesta terça-feira (25), a Polícia Rodoviária Federal convocou a tropa de choque, uma aeronave, e recebeu reforço de aproximadamente 60 policiais na região do Vale do Paraíba para atuar em caso de novas invasões na Via Dutra durante os protestos que estão previstos parar ocorrer nesta terça-feira (25). O reforço extra de policiais deve continuar na região até o fim da semana.

O chefe da 6ª delegacia da Polícia Rodoviária Federal, Waldwilson dos Santos, afirmou que a polícia no Vale do Paraíba recebeu um reforço de contingente de 60 policiais rodoviários, do pelotão de choque da PRF - cerca de 30 policiais - e também de uma aeronave, usada para fazer monitoramento. O efetivo normal de policiais na região é de 150.

"O pelotão de choque só será usado se não conseguirmos resolver na conversa, a gente argumenta até ser sustentável. Concordamos com a manifestação popular, mas temos encontrado dificuldades no desfecho, com resistência de algumas pessoas, onde constatamos pessoas fazendo uso de bebidas alcoólicas e resistindo em deixar a rodovia", explicou ao G1.

Em caso de necessidade, o pelotão da tropa de choque da PRF é acionado por uma equipe de gerenciamento de crise, com base nas informações dos policiais em campo. A Polícia Militar também pode atuar em conjunto com a polícia rodoviária.

Segundo Santos, os policiais não tem como impedir uma possível invasão de manifestantes na rodovia, mas vão buscar o diálogo para a liberação da via.

"A intenção do estado é trabalhar em prol da segurança dos usuários, ninguém tem intenção de confronto. Primeiro passo é sempre a argumentação e temos inclusive conversado com lideranças dos movimentos e pedido que não invadam a rodovia. Gerenciamos a situação até o limite da situação, não há um período certo para promover a desinterdição", disse.

Rodovias são alvo

Além da Dutra, outras rodovias na região estão sendo bloqueadas por manifestantes durante os protestos. No domingo (23), cerca de 300 manifestantes invadiram as pistas da Rodovia Dom Pedro I e só deixaram o local após quase três horas de bloqueio no trecho de Igaratá, no interior de São Paulo. Eles saíram da pista após a chegada da tropa de choque da Polícia Militar, mas não houve conflito.


Em Ubatuba, uma passeata com cerca de 500 manifestantes interditou parcialmente a rodovia Rio-Santos por 2h30 na tarde de domingo. Os manifestantes caminharam por cerca de dois quilômetros na rodovia e os motoristas tiveram que desviar o trajeto pela cidade.

Na sexta-feira (21), cerca de 150 manifestantes ocuparam a rodovia dos Tamoios (SP-99) por quase duas horas no trecho de Paraibuna. Equipes da Polícia Rodoviária Estadual (PRE) monitoraram o protesto, que foi pacífico. De acordo com o Departamento de Estradas de Rodagem (DER), o ato aconteceu na altura do km 33 e impediu o tráfego nas duas pistas.

Cerca de 1.200 moradores participaram de um protesto em Caraguatatuba e tomaram a entrada principal da cidade na rodovia dos Tamoios. De acordo com a Polícia Rodoviária Estadual (PRE), o protesto foi pacífico.

Em Jacareí, moradores do Rio Comprido queimaram pneus e interditaram a rodovia Geraldo Scavone (SP-66), que liga a cidade a São José dos Campos. Na mesma rodovia, um ônibus foi queimado.








26 de mai. de 2013

Menor detido por morte na Virada já foi preso 12 vezes, diz delegado

O rapaz de 17 anos preso por matar o jovem Elias Martins Morais Neto, de 19 anos, durante a Virada Cultural, na madrugada do último domingo (19), em São Paulo, já tinha sido detido outras 12 vezes por crimes.

No crime mais recente com envolvimento do menor, imagens de câmeras de segurança ajudaram a Polícia Civil a esclarecer ocaso. Além do menor, apontado pela polícia como autor do disparo, foi preso Renan Alves de Sousa, de 22 anos, por participação no crime.

A dupla foi presa na noite de sexta-feira (24), em Pirituba, na Zona Norte. Eles serão enquadrados por porte ilegal de munição e vai responder por latrocínio, que é o roubo seguido de morte. O adolescente foi encaminhado para a Fundação Casa.

Na Virada Cultural, Elias Neto foi morto com um tiro no rosto após reagir ao assalto na Avenida Rio Branco, no Centro. “Ele acreditou que a arma fosse de brinquedo. Ele foi atrás justamente do que estava armado achando que estava com o celular furtado”, conta o delegado Laerte Pereira da Silva.

“O adolescente, segundo nossas informações, já teria passado pela Fundação Casa por 12 vezes por prática de crimes patrimoniais e por prática de tráfico de entorpecente”, diz o delegado seccional, Kléber Altale.
As prisões ocorreram depois de uma denúncia anônima e foram realizadas por policiais do 3º Distrito Policial (Campos Elíseos) e do 87º Distrito Policial (Vila Pereira Barreto). A polícia investiga se a dupla praticou outros roubos durante o evento.

Dilma diz que relação com PMDB é estável mas enfrenta 'flutuações'

A presidente Dilma Rousseff disse neste sábado (25) que a aliança de seu governo com o PMDB é “bastante estável”, mas admitiu “flutuações” na relação entre o Planalto e o principal partido aliado.


“Nós estamos há 2 anos e 4 meses compartilhando com eles [PMDB] o governo. Aliás, com toda a base aliada. Nós temos uma grande estabilidade. Há flutuações, porque também há interesses momentâneos desse ou daquele segmento. Nós não vemos nenhum problema nas relações com o PMDB, nenhum”, disse Dilma durante viagem à Etiópia, onde participou da cerimônia do Jubileu de Ouro da União Africana (UA).

Para a presidente, num regime democrático as diferenças “sempre ocorrem” e, segundo ela, as vistas até agora entre o governo e o PMDB “não são tão relevantes assim.” Dilma ainda lamentou a tentativa de se instalar no Congresso uma CPI para investigar a Petrobras - iniciativa que conta com apoio de parte da bancada do partido aliado.

“Lamento [a tentativa de instalar a CPI para investigar a Petrobras]. Lamento porque não vejo nenhum motivo para tal. Agora, não decido sobre isso, não voto sobre isso”, disse a presidente. Para ela, porém, a instalação da comissão não deve ter potencial para arranhar a imagem da empresa.

Na semana passada, o governo enfrentou dificuldades para aprovar no Congresso a chamada MP dos Portos, que altera marco regulatório e deve levar a aumento dos investimentos no setor portuário. A aprovação da medida provisória, faltando quatro horas e meia para perder a validade, só foi possível depois de acordo com o PMDB, autor de emendas ao texto que contrariaram o Planalto.

As mudanças no texto da MP foram encabeçadas pelo líder do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha (RJ), e geraram mal-estar entre o partido e o Planalto, além de bate-bocas em plenário.

Leitor flagra porco abandonado em praça da Tijuca, Zona Norte do Rio

Um leitor flagrou um porco abandonado na Tijuca, Zona Norte do Rio, na Praça Gabriel Soares, esquina com a rua Desembargador Izidro e rua José Higino.

O site de notícias G1 entrou em contato com o Corpo de Bombeiros, mas o grupamento da Tijuca informou que só a prefeitura poderia retirar o animal da praça. Não conseguimos contato com a prefeitura até a última atualização desta reportagem.

Enchentes matam dois no Texas

Duas mulheres morreram levadas pelas enchentes que atingiram a região de San Antonio, no Texas, no sábado, informaram as autoridades neste domingo (26). Mais de 235 resgates foram feitos pelas equipes de emergência.

Um adolescente também estava desaparecido no subúrbio de Schertz.
O prefeito Julian Castro pediu que os moradores evitassem sair às ruas. A água cobriu pelo menos 20 condados.
O risco de novas tempestades continuava neste domingo, segundo o serviço meteorológico nacional.


Netinho passa por cirurgia para retirar coágulos no cérebro, em SP

O cantor Netinho, que está internado no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, passou por uma nova cirurgia neste sábado (25). Desta vez, o procedimento ocorreu para a retirada de um hematoma no cerebelo. O cerebelo é a parte posterior do cérebro responsável pela coordenação muscular e manutenção do equilíbrio.
Os médicos fizeram uma neurocirurgia para a retirada dos coágulos após um aumento do hematoma no cerebelo.
O cantor voltou a ser transferido para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e respira com a ajuda de aparelhos. Um dia antes, ele tinha sido levado para a unidade semi-intensiva por apresentar evolução.
"No momento, o paciente encontra-se estável, consciente e respira sem ajuda de aparelhos", completou a equipe médica.

Netinho, que se recupera de problemas vasculares no abdômen, vinha apresentando melhoras constantes em sua saúde, segundo a assessoria do cantor. O artista começou a "dar os primeiros passos" no domingo (19) e, segundo a sua equipe, tem permanecido a maior parte do tempo sentado.

Em São Paulo desde sexta-feira (10), o paciente está sendo atendido pelas equipes dos médicos Roberto Kalil Filho, Raul Cutait e David Uip.
Em Salvador, o cantor havia passado 16 dias na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Aliança. O artista estava internado desde o dia 24 de abril por apresentar problemas vasculares no abdômen e precisou passar por cirurgia.
Histórico
No mês passado, Netinho foi internado no Hospital Aliança após sentir fortes dores na coxa direita, tendo ficado seis dias na unidade. Na ocasião, o cantor foi diagnosticado com “lesão aguda no músculo ilíaco direito”, disse a assessoria de imprensa na época.
Conforme recomendações médicas, ele foi liberado no dia 23 de abril, mas precisou voltar ao hospital no dia seguinte porque sentiu, novamente, fortes dores no abdômen.
Segundo os médicos, Netinho deu entrada no hospital pela primeira vez após sentir dores durante atividade física, quando passou por uma biópsia hepática. Ele precisou voltar ao hospital porque sentiu fortes dores no abdômen. Uma complicação após a realização da biópsia hepática provocou um grande sangramento.

Mega-Sena acumula e prêmio pode chegar a R$ 34,5 milhões

Nenhuma aposta acertou as seis dezenas do concurso 1.497 da Mega-Sena, realizado neste sábado (25). O próximo sorteio tem prêmio acumulado. Segundo a Caixa Economica Federal, o prêmio pode chegar a R$ 34,5 milhões.

Veja as dezenas sorteadas: 04 - 05 - 07 - 27 - 45 - 58.

Segundo a Caixa, 252 apostas acertaram cinco números e cada uma vai receber R$ 11.685,01. Outras 17.540 apostas acertaram quatro números e cada uma receberá R$ 239,82